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Enunciado. Sabe-se que
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Determine
.
Passo 1 — o que
obrigatoriamente contém. Tudo que aparece numa interseção com
está dentro de
:
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Então
.
Passo 2 — o que só pode estar em
. Compare os dois conjuntos dados:
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Os elementos 9 e 10 aparecem na união dos três e não aparecem em
. Se não estão em
nem em
, só podem ter vindo de
:
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Até aqui:
.
Passo 3 — quem está barrado. Agora testamos os que sobraram: 1, 3, 4 e 8.
• 3 e 8 — estão em
, ou seja, pertencem a
e a
. Se algum deles estivesse também em
, apareceria em
e em
— e não aparece em nenhum dos dois. Logo ficam fora.
• 1 e 4 — estão em
, então pertencem a
ou a
. Se o 1 estivesse em
e em
, apareceria em
; se estivesse em
e em
, apareceria em
. Como não aparece em nenhuma das duas interseções, ele não está em
. Mesmo argumento para o 4.
Resposta. Sobram exatamente os do passo 1 e 2:
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O raciocínio-chave do passo 3 é uma leitura ao contrário das interseções: elas não dizem só quem está, dizem também quem não pode estar. Um elemento de
que estivesse em
teria obrigatoriamente que constar de
— a ausência dele ali é prova de que ele está fora.
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