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Temos
e
, e duas relações bem diferentes.
A relação
: 2 divide
. Dizer que a diferença é par é o mesmo que dizer que
e
têm a mesma paridade — ou os dois pares, ou os dois ímpares. Em
há 4 pares e 4 ímpares; em
, 3 de cada. Então:
![]()
No gráfico isso vira um padrão de tabuleiro de xadrez: os pontos aparecem alternados, deixando buracos onde as paridades se misturam.
A relação
:
. Quando dois quadrados são iguais, as bases são iguais ou opostas:
![]()
Isolando, isso dá duas retas:
e
. Percorrendo os
de
e ficando só com os
que caem em
:
![]()
São 10 pares. No gráfico eles formam um X — as duas retas se cruzando, uma crescente e outra decrescente.
Domínios e imagens. Tanto em
quanto em
, todo elemento de
formou algum par e todo elemento de
foi usado, então:
![]()
A interseção
. Aqui está a parte bonita do exercício. Poderíamos conferir os 10 pares de
um por um, mas dá para responder sem nenhum teste.
Na primeira reta,
: a diferença entre
e
é 1, portanto ímpar. Na segunda,
, ou seja,
: se a soma é ímpar, um dos números é par e o outro é ímpar, então a diferença também é ímpar.
Ou seja, todo par de
tem
e
de paridades opostas — exatamente o contrário do que
exige. As duas relações são incompatíveis por construção:
![]()
Visualmente: o X de
atravessa justamente as casas vazias do tabuleiro de
, sem tocar em nenhum ponto marcado.
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Me conte qual é o erro e eu corrijo. Escreva para contato@estudoemserie.com.br, citando o exercício — ou use um dos atalhos abaixo, que já vão preenchidos.