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Primeiro, uma conferência: o enunciado dá
, e isso é mesmo o domínio natural. A primeira raiz pede
e a segunda pede
; a condição mais restritiva manda, então
.
Agora a imagem. A ideia é observar como a expressão se comporta conforme
cresce.
O menor valor. Testando na ponta do domínio,
:
![]()
O comportamento. As duas parcelas,
e
, são funções crescentes: aumentar
aumenta cada uma delas. Soma de crescentes é crescente, então
só cresce a partir de
.
Até onde vai. Não há teto: quanto maior o
, maior o
, sem limite. Para
, por exemplo,
; para
maior ainda,
passa de qualquer número que se escolha.
Como a função é contínua e crescente, ela assume todos os valores entre o mínimo e o infinito, sem pular nenhum. Logo:
![]()
Repara no raciocínio, que serve para muitos exercícios de imagem: ache o extremo, verifique se a função é monótona e confirme que não há salto. Com esses três passos a imagem sai sem precisar isolar o
.
Se quisesse conferir isolando: elevar ao quadrado uma soma de raízes dá trabalho e ainda pede cuidado com soluções falsas. O caminho pelo comportamento é bem mais seguro aqui.
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