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Uma relação binária de
em
é simplesmente um subconjunto de
: você monta todos os pares possíveis e fica só com os que obedecem à condição dada.
Aqui
e
. Presta atenção num detalhe que decide vários itens: o zero não pertence a
. Sempre que a condição exigir
, o par simplesmente não existe.
O método é sempre o mesmo: fixa um
, descobre quais
satisfazem, e confere se esses
estão mesmo em
.
a)
, ou seja,
.
Para
,
(está em
). Para
,
. Para
,
. Para
,
. Para
,
— e aqui o par cai fora, porque
.
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b)
. Basta elevar cada
ao quadrado:
,
,
(fora, de novo),
,
.
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Repara que
e
levam ao mesmo
, e
e
ao mesmo
. Dois elementos diferentes apontando para o mesmo destino: isso é permitido numa relação, e continuará sendo permitido numa função.
c)
. Agora cada
não nulo gera dois parceiros, o positivo e o negativo. Para
:
, então
ou
, ambos em
. Mesma coisa para
. E
exigiria
, que não existe em
.
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d)
, isto é,
. Quanto maior o
, mais folgada fica a exigência.
Para
:
, e o maior elemento de
é 4 — nenhum par. Para
:
, só o 4. Para
:
, entram 3 e 4. Para
:
, entram 2, 3 e 4. Para
:
, entram 1, 2, 3 e 4.
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No gráfico esses pontos formam um "degrau" subindo para a direita — é a marca visual de uma condição de desigualdade.
e)
. Como o quadrado é 1, temos
ou
, ou seja,
ou
: os "vizinhos" de
.
Para
:
ou
, ambos em
. Para
:
ou
— só o
vale. Para
:
ou
. Para
:
(fora) ou
. Para
:
ou
.
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No gráfico, esses pontos se organizam em duas diagonais paralelas, uma acima e outra abaixo da reta
— exatamente as retas
e
.
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