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Quando a função vem por fórmula, achar o domínio é responder: quais valores de
produzem um resultado real? Praticamente tudo se resume a duas proibições:
1) Denominador não pode ser zero. 2) Radicando de raiz de índice par não pode ser negativo.
E uma liberação importante: raiz de índice ímpar aceita qualquer real, inclusive negativo, porque
existe.
a)
— polinômio, sem fração nem raiz. Nada proíbe nada:
![]()
b)
— exige
:
![]()
c)
— exige
, ou seja,
e
(lembra que
tem duas soluções):
![]()
d)
— raiz quadrada, exige radicando
:
![]()
e)
— as duas proibições juntas. A raiz pede
, mas ela está no denominador, então também não pode ser zero. Resultado:
, com desigualdade estrita:
![]()
f)
— aqui a raiz está no numerador, então basta
(o zero é permitido). E o denominador pede
:
![]()
Compara e) com f): a raiz aparece nas duas, mas o sinal muda de
para
conforme ela esteja embaixo ou em cima da fração.
g)
— índice ímpar, nenhuma restrição:
![]()
h)
— a raiz cúbica aceita tudo, mas está no denominador e não pode zerar:
![]()
i)
— a raiz cúbica não restringe nada, mas a fração dentro dela sim:
![]()
O item i) é o teste final: quem confundir índice ímpar com par vai tentar resolver uma inequação e errar. A raiz cúbica não impõe condição alguma sobre o sinal.
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