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Cuidado com a leitura da condição: é
, e não
. Ou seja, quem está elevado ao quadrado é a segunda coordenada. Isso inverte o método de trabalho: em vez de varrer os
, é muito mais rápido varrer os
.
a) Os pares ordenados. Para cada
, calculamos
e verificamos se o resultado está em
:
, e
✓ — par
.
, e
✓ — par
.
, e
✓ — par
.
✓ — par
.
✓ — par
.
![]()
Repara que todo
de
gerou par, mas vários elementos de
ficaram sem uso: 2, 3 e 5 não são quadrados perfeitos, e
e
nem poderiam ser, já que quadrado nunca é negativo.
b) Domínio e imagem.
![]()
O domínio tem só 3 elementos contra os 8 de
, enquanto a imagem cobre
inteiro.
c) O gráfico. Os pontos formam meia parábola deitada, abrindo para a direita — efeito de ser
em função de
, e não o contrário.
E aqui aparece a observação mais importante do exercício: os valores
e
estão cada um ligados a dois valores de
(
com
e
;
com
e
). Uma relação aceita isso numa boa. Uma função não aceitaria: é exatamente por esse motivo que
é definida só com a raiz positiva. Vale guardar, porque essa discussão volta com força no capítulo V.
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Me conte qual é o erro e eu corrijo. Escreva para contato@estudoemserie.com.br, citando o exercício — ou use um dos atalhos abaixo, que já vão preenchidos.