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Seis sistemas do 1º grau. Em cada um vale lembrar a leitura geométrica: a solução é o ponto de encontro das duas retas.
a)
e
. Somando as duas equações, o
some:
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b)
e
. Multiplicando a primeira por 3 e a segunda por 2, os coeficientes de
ficam opostos:
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Somando:
, logo
. Voltando na primeira:
.
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c)
e
. Multiplicando por 4 e por 5:
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Somando:
. Então
.
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d)
e
. Multiplicando por 3 e por 2 para igualar o
:
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Subtraindo:
. Então
.
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e)
e
— o caso especial. Repara que o lado esquerdo da segunda é exatamente o dobro do da primeira. Se dobrarmos a primeira equação inteira, obtemos
. Mas a segunda afirma que essa mesma expressão vale 3.
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Absurdo. O sistema é impossível,
. Geometricamente, as duas retas têm o mesmo coeficiente angular
mas interceptos diferentes: são paralelas distintas e nunca se cruzam.
f)
e
. Os dois termos independentes são nulos, então ambas as retas passam pela origem — e
já é solução. Como as inclinações são diferentes, elas se cruzam só ali:
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Guarda o mapa dos três casos possíveis num sistema do 1º grau: retas concorrentes dão solução única, paralelas distintas dão sistema impossível, e retas coincidentes dariam infinitas soluções.
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