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Com
e
, cada relação é uma reta recortada pelo retângulo
. O trabalho é sempre descobrir onde a reta entra e onde sai.
E a inversa sai de graça: basta refletir na reta
, o que na prática significa trocar as coordenadas dos dois extremos do segmento.
a)
. Precisa de
e
ao mesmo tempo. Como são iguais, o valor comum tem de estar em
. Segmento de
a
.
A inversa é ela mesma:
, porque o segmento está sobre a reta
e refletir não muda nada.
b)
. Com
de 1 a 6, o
iria de 2 a 12 — mas o teto de
é 10, então
para em 5. Segmento de
a
.
Invertendo os extremos,
vai de
a
— é a reta
, bem mais deitada.
c)
. Com
de 1 a 6, o
vai de 3 a 8, e tudo isso cabe dentro de
. Nenhum corte: segmento de
a
.
A inversa vai de
a
, ou seja,
.
d)
. Isolando,
. Com
de 1 a 6, o
iria de 6 até 1 — mas o piso de
é 2, o que obriga
. Segmento de
a
, agora decrescente.
A inversa vai de
a
. Como a condição
é simétrica,
é a mesma reta — só que o recorte muda, porque os intervalos
e
trocam de eixo.
O padrão que vale a pena levar do exercício inteiro: relação simétrica tem gráfico que não muda ao refletir (casos a e d), e relação não simétrica gera uma inversa visivelmente diferente (casos b e c). Reconhecer isso de olho poupa muita conta.
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