Conteúdo
Aqui
, e a regra da inversa é sempre a mesma: troca as coordenadas de cada par. Graficamente, isso equivale a refletir o desenho na reta
.
a) ![]()
Percorrendo
de 0 a 8 (de 9 em diante o
ficaria negativo e sairia de
):
![]()
Invertendo,
vira
,
vira
, e assim por diante — mas todos esses pares já estavam em
. Ou seja,
.
O motivo é que a condição
é simétrica: trocar
por
não muda a equação. Os pontos caem sobre uma reta perpendicular a
, e refletir não desloca nada.
b) ![]()
Isolando,
, que só dá inteiro quando
é par:
![]()
![]()
Agora a inversa é diferente da original, porque
não é simétrica — o 2 multiplica só o
.
c) ![]()
É uma parábola de vértice em
:
,
,
,
,
,
,
. De
em diante o
passaria de 10.
![]()
![]()
Aqui aparece algo importante: na inversa, o valor
está ligado a dois
diferentes (2 e 4), e o
também. Isso acontece porque a parábola repetia valores de
— ela sobe dos dois lados do vértice. É exatamente por esse motivo que uma função quadrática não tem inversa sem antes restringir o domínio.
d) ![]()
O crescimento exponencial estoura rápido:
,
,
,
, e
já daria 16, fora de
.
![]()
![]()
Essa inversa tem nome: é o logaritmo na base 2, restrito às potências exatas. E, ao contrário do item c), aqui cada
aparece uma vez só — por isso a exponencial tem inversa de verdade, assunto do volume 2 da coleção.
Ainda não é membro? Registrar agora
Já se cadastrou? Fala login
Me conte qual é o erro e eu corrijo. Escreva para contato@estudoemserie.com.br, citando o exercício — ou use um dos atalhos abaixo, que já vão preenchidos.