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A relação inversa é uma das ideias mais simples do capítulo: para obter
, você pega cada par de
e troca as coordenadas de lugar.
![]()
Consequência direta e que costuma cair em prova: o domínio de
vira a imagem de
, e a imagem de
vira o domínio de
.
a) ![]()
Invertendo par a par:
vira
;
vira
;
vira
.
![]()
b) ![]()
![]()
Repara no que aconteceu: em
, o valor
se repetia como segunda coordenada; em
ele passou a se repetir como primeira. Isso não é problema nenhum para uma relação — mas guarda essa observação, porque é exatamente o que vai impedir uma função de ter inversa lá no capítulo X.
c) ![]()
Invertendo cada par:
vira
;
vira
;
vira
;
vira
.
![]()
Olha com calma para esse resultado: são exatamente os mesmos pares de
, só escritos em outra ordem. Ou seja,
.
Isso não é coincidência. Os pares de
vieram organizados em duplas trocadas —
com
, e
com
. Quando isso acontece, a relação é chamada de simétrica, e inverter não muda nada. É uma das propriedades das relações que o livro estuda logo adiante.
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