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Enunciado. Prove por indução finita que
, para todo
.
Agora o que se prova é uma desigualdade, e não uma igualdade. A estrutura da indução continua a mesma; a diferença é que no passo podemos usar
em cadeia, e não precisamos chegar a uma expressão exata — basta chegar a algo maior ou igual ao alvo.
1ª etapa — a base
. Com
:
![]()
Como
, a desigualdade vale (com igualdade, o que é permitido pelo símbolo
). Verdadeira.
2ª etapa — hipótese de indução. Admitimos que
e queremos provar que
, isto é, que
.
O passo. Partimos do lado esquerdo e usamos a hipótese:
![]()
E como
, temos com folga:
![]()
Portanto a desigualdade vale para
, e por indução vale para todo
. ![]()
Repare no que aconteceu: ao aplicar a hipótese, a desigualdade ficou mais forte do que o necessário — chegamos em
quando bastava
. Isso é normal e não é erro: em desigualdades, sobrar folga só reforça a conclusão. O que não pode é faltar.
Onde a igualdade acontece: só em
. A partir de
a diferença
passa a ser positiva e vai crescendo.
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Me conte qual é o erro e eu corrijo. Escreva para contato@estudoemserie.com.br, citando o exercício — ou use um dos atalhos abaixo, que já vão preenchidos.